livia.app
Um assistente clínico de IA que ajuda médicos a analisar casos com a melhor evidência disponível, desenhado para fortalecer o julgamento em vez de substituir.
- função
- Designer de produto
- ano
- 2025
- duração
- 5 meses
- ferramentas
- Figma · ChatGPT · Gemini · Lovable
- categoria
- Design de produto · marca
- design
- Sam Marxz
visão geral
A livia Med apoia cada decisão clínica com diretrizes, revisões sistemáticas, metanálises e ensaios randomizados. A visão do produto é simples de dizer e difícil de desenhar: dar ao médico um segundo cérebro para analisar casos sem nunca tirar a decisão das mãos dele.
problema
O dia de um médico é um fluxo constante de informação. Histórico do paciente, sintomas, exames e uma literatura que não para de crescer. Em consultas rápidas ou casos complexos, juntar tudo isso leva um tempo que o médico não tem, e as fontes estão espalhadas por sistemas diferentes.
O risco escondido nessa rotina é concreto: decisões tomadas com informação incompleta e horas perdidas costurando contexto em vez de cuidar de pessoas.
imersão
Desenhar para isso significou entender como o raciocínio clínico funciona de verdade. O projeto exigiu um mergulho na rotina médica, de como as hipóteses se formam até como o médico transita entre sintomas, condições e referências.
O desafio foi traduzir essa investigação em interações que pareçam simples, rápidas e confiáveis, sem afrouxar a precisão que o contexto exige.
solução
A livia organiza as informações do paciente, sugere hipóteses diagnósticas e conecta sintomas a possíveis condições, sempre ancorada em referências médicas. Uma interface conversacional dá conta da exploração, enquanto fluxos estruturados mantêm as tarefas críticas previsíveis.
A experiência acompanha o médico no desktop e no celular, dentro e fora do consultório, para que o assistente esteja presente onde quer que o caso esteja sendo pensado.
decisões principais
Três princípios mantiveram a interface responsável diante do contexto clínico.
A informação crítica vem sempre primeiro, para que a tela responda antes de explicar.
A carga cognitiva é tratada como orçamento, e cada elemento precisa pagar pelo espaço que ocupa.
A navegação entre hipóteses, sintomas e referências é fluida, porque raciocínio clínico não é linear.
resultado
Os casos ficaram mais fáceis de organizar, as hipóteses mais rápidas de alcançar e a ponte entre dado clínico e literatura muito mais curta. Para o produto, a experiência hoje sustenta um posicionamento construído sobre confiança.
aprendizados
Produtos de alto risco ensinam um tipo específico de disciplina. Quando decisões de UX influenciam a qualidade do cuidado, clareza deixa de ser preferência de estilo e vira responsabilidade.
